As Bodas de Ouro da Irmã Dalva e da Irmã Edleuza foram um verdadeiro cântico de louvor, uma experiência profunda de fé que tocou corações e renovou a esperança de todos os presentes. Cinquenta anos de vida consagrada não se medem apenas pelo tempo, mas pela constância do amor, pela perseverança no silêncio da missão e pela fidelidade cotidiana ao chamado de Deus.
Em cada gesto, em cada olhar e em cada oração, via-se refletida a história de uma vocação construída na confiança, na renúncia e no serviço. Uma caminhada sustentada pelo carisma da Congregação das Irmãs dos Pobres de Santa Catarina de Sena, em que a fé se transforma em cuidado, presença e amor concreto.
A celebração foi ainda profundamente enriquecida pelas palavras tocantes do Padre Paulo, pregador do retiro, que com sensibilidade e unção, recordou que a vida consagrada é resposta de amor a um Deus que nunca abandona. Suas palavras ecoaram como convite à gratidão, ao abandono confiante e à alegria de permanecer, mesmo nos dias difíceis. Ele lembrou que a fidelidade não é ausência de desafios, mas a decisão diária de continuar caminhando de mãos dadas com Deus.
O momento tornou-se ainda mais luminoso com a renovação dos votos das Irmãs Junioristas, sinal vivo de que a vocação segue florescendo. Um “sim” jovem, cheio de esperança e coragem, que se une ao “sim” amadurecido de cinquenta anos, formando uma só resposta ao chamado do Senhor.
Foi uma celebração de memória e promessa. De raízes profundas e novos brotos. Uma festa da fidelidade de Deus e da entrega generosa de quem escolheu fazer da própria vida uma oferta.
Que o testemunho da Irmã Dalva e da Irmã Edleuza continue a iluminar caminhos, inspirar vocações e recordar que vale a pena confiar, servir e amar até o fim.

